Milhares protestam contra o presidente Bolsonaro

Rio de Janeiro Dezenas de milhares protestaram em mais de 90 cidades brasileiras contra o governo do presidente Jair Bolsonaro e sua política de luta contra a Coroa.

Manifestantes entre o estado amazônico de Roraima, no norte, onde vivem muitos indígenas, e o Rio Grande do Sul, dominado por imigrantes alemães, no sábado, entre outros, pediram o isolamento de Bolsonaro, para mais vacinas contra o vírus Corona . e empregos em tempos de pandemia.

Não havia informações confiáveis ​​sobre o número de participantes. Na cidade de São Paulo, por exemplo, as estimativas dos organizadores (100.000) e as informações prestadas pela polícia (8.000) variaram muito. O portal de notícias “G1” divulgou encontros em todos os 26 estados e na região metropolitana.

Subestime a pandemia Corona

Os manifestantes carregavam cartazes e cartazes com inscrições como “Bolsonaro fora” e “Genocídio Bolsonaro”. Eles chamaram o presidente da Câmara, Arthur Lyra, de um “parceiro”. Ele pode aceitar uma das dezenas de petições e iniciar um processo de impeachment contra Bolsonaro, mas é considerado seu aliado.

O populista de direita Bolsonaro minimizou o coronavírus desde o início, rejeitando precauções e restrições. Ele também questiona o sentimento da vacinação e frisou várias vezes que ainda não foi vacinado contra o Corona. Uma comissão parlamentar de inquérito está trabalhando na gestão do governo de crise de Corona.

Os protestos foram convocados por movimentos sociais e sindicatos um ano antes das eleições presidenciais no Brasil, cujo primeiro turno está previsto para começar em 2 de outubro de 2022. Cerca de 20 partidos participaram das manifestações, incluindo o Partido dos Trabalhadores, de esquerda, o Ex-presidente rival do Partido dos Trabalhadores. Potencial do Bolsonaro Luiz Inácio Lula da Silva, além dos conservadores democratas-cristãos e democratas, segundo o “G1”, de modo que os observadores também utilizaram como teste a coalizão contra o Bolsonaro avaliado. Um dos desafios que as eleições enfrentam é provavelmente a unidade da oposição. Houve frequentes protestos em massa contra Bolsonaro nos últimos meses, depois que a esquerda foi inicialmente dividida pelas multidões na pandemia.

Bolsonaro reuniu seus partidários em 7 de setembro e aterrorizou as instituições democráticas. Ele transformou o dia da independência do Brasil em um dia de luta. A aprovação de seu escritório continuou a se deteriorar no contexto da pandemia de coronavírus. Cinquenta e três por cento dos entrevistados desaprovaram a política do presidente em uma pesquisa realizada em setembro pelo instituto Datafolha. Foi o pior resultado do Bolsonaro desde a posse em 2019.

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