Meio ambiente: Dia da Floresta: A Amazônia ainda sob ameaça – Entretenimento

Para combater o desmatamento e os incêndios, o governo brasileiro enviou o exército e proibiu a queima de terras. No entanto, as florestas tropicais continuaram a queimar. Os críticos acusam o presidente de direita Jair Bolsonaro, no cargo desde 1º de janeiro de 2019, de criar uma atmosfera na qual os agricultores se sentem cada vez mais encorajados a confiscar terras para uso agrícola. Segundo ambientalistas, as Forças Armadas podem reduzir a destruição da floresta no curto prazo, mas não podem substituir o trabalho dos órgãos ambientais.

Enquanto lenhadores, garimpeiros e outros aventureiros na Amazônia continuam a exercer suas atividades ilegais, a crise da Corona está restringindo as autoridades ambientais ao seu trabalho. “Agora todos os órgãos de fiscalização e fiscalização foram enfraquecidos”, diz Azevedo, um dos maiores especialistas brasileiros em questões climáticas. A missão do Exército na Amazônia também termina no final de abril. Depois disso, o controle e a vigilância se concentrarão apenas em dezenas de cidades em quatro dos nove estados da Amazônia que foram identificados pelo governo brasileiro como hotspots.

Além disso, em fevereiro, o governo introduziu um programa de “adoção de parques” para preservar as reservas naturais da Amazônia. Indivíduos ou empresas podem patrocinar um parque nacional na região amazônica por 50 riais ou 10 euros por hectare ao ano. O Greenpeace Brasil criticou o programa, descrevendo-o como uma tentativa de disfarçar a realidade. O governo transfere para as empresas a responsabilidade de financiar parte da proteção ambiental do país.

© dpa-infocom, dpa: 210316-99-839245 / 2

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