Longas penas de prisão em julgamento após incêndio em disco com 242 mortos

KMenos de nove anos depois que um incêndio devastador em uma discoteca brasileira matou 242 pessoas, os quatro oficiais foram condenados a longas penas de prisão. Um tribunal de Porto Alegre condenou na sexta-feira proprietários de discotecas e músicos por homicídio premeditado e tentativa de homicídio culposo.

“Poucas vidas foram apagadas acidentalmente”, disse o juiz Orlando Faccini na sentença. Os donos da boate foram condenados a 22,5 anos e 19,5 anos de prisão, respectivamente. Cada músico foi condenado a 18 anos de prisão.

O incêndio de janeiro de 2013 na cidade de Santa Maria, no sul do Brasil, é um dos desastres mais mortais da história do Brasil. Fogos de artifício ilegais incendiaram o isolamento facilmente inflamável do telhado do clube durante um show de música.

sufocado pela fumaça

Vários convidados que participavam de uma festa de estudantes do clube sofreram queimaduras ou sufocaram com a fumaça, e outras centenas ficaram feridas. O clube só tinha saídas de emergência mal sinalizadas; Extintores de incêndio quebraram.

14 sobreviventes e 19 testemunhas foram ouvidos durante o julgamento de 10 dias. “A última vez que corri, queria me salvar da morte”, disse a sobrevivente Kellen Giovanna Litt Ferreira, que teve de amputar parte da perna direita após o acidente. Devalny Russo, que queimou 50% de seu corpo no incêndio, mostrou ao júri as cicatrizes em suas costas e braços.

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