Justiça brasileira confirma preconceito do juiz Moro contra Lula da Silva

Brasilia. O ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva teve sucesso jurídico. O ex-juiz Sergio Moro, que o mandou para a prisão por 580 dias em 2018 por corrupção, foi preso em uma decisão contra Lula. Já foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em segunda instância por sete a dois votos. Assim, a mais alta autoridade judiciária do Brasil confirmou a decisão do Tribunal de Primeira Instância em 23 de março deste ano. Nesse sentido, o tribunal seguirá um pedido de defesa com parcialidade.

Da Silva O cumprimento A decisão final foi “a vitória da lei sobre a arbitrariedade”. Morrow foi acusado de usar indevidamente sua posição para fins políticos de “guerra legal”. Lula disse que seu único objetivo é tirá-lo das eleições presidenciais de 2018 e condená-lo sem provas.

Com a decisão mais recente, Lula voltou a gozar integralmente dos seus direitos políticos. Não há razões jurídicas que o impeçam de disputar as eleições de 2022. No início de abril, Lula declarou sua disposição de “entrar na arena” novamente se mantivesse boa saúde e fosse necessário.

para mim Altura Da mesa do Travessia, 28 por cento dos eleitores votarão em Lula. O atual presidente, Jair Bolsonaro, terá o mesmo número de votos. Morrow é seguido por uma participação de dez por cento dos votos. Ele foi Ministro da Justiça no governo de Bolsonaro até sua renúncia em janeiro de 2020 devido a desentendimentos com o chefe de estado implicado no crime.

Como Moreau não é mais juiz, não há necessidade de temer as consequências. Embora a mais alta instância judicial do Brasil esteja convencida de seu preconceito, isso não significa que ele seja culpado de um crime, como confirmou Ariel Weber, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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A decisão representa uma das maiores derrotas da história da agência de corrupção Lava Jato. Isso foi desacreditado depois que mensagens privadas entre o juiz Morrow e promotores da SIC apareceram ao público em 2019. A notícia revelou investigações e casos com motivação política, particularmente contra membros do Partido Trabalhista.

Em 10 de março, o juiz federal Edson Fashin derrubou quatro sentenças de corrupção contra Lula. Fashin disse que o tribunal federal de Curitiba, onde Lula foi condenado pela primeira vez em 2018, não era competente para ouvir os julgamentos do ex-presidente.

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