Julgamento contra Navalny – a União Europeia decide impor sanções à Rússia no caso Navalny-News

  • Segundo diplomatas, a União Europeia quer decidir sobre novas sanções contra a Rússia na segunda-feira.
  • O motivo é a decisão judicial mais recente contra o crítico do Kremlin, Alexei Navalny.
  • Pouco antes de os ministros das Relações Exteriores da União Europeia se reunirem, Moscou já havia alertado sobre novas sanções.

No caso Navalny, a União Europeia exigiu a libertação do crítico do Kremlin por três semanas, sem sucesso. Em Bruxelas, as agências governamentais da Rússia deveriam estar por trás do ataque a Navalny.

Moscou rejeita isso como interferência nos assuntos internos. O jovem de 44 anos foi condenado no início de fevereiro porque, na opinião do juiz, havia violado repetidamente os termos da liberdade condicional em um processo criminal anterior em 2014 por fraude e desvio de fundos.

Em um processo de apelação no sábado passado, o judiciário confirmou a detenção em um campo de detenção. Navalny também foi multado no sábado por insultar um veterano da Segunda Guerra Mundial.

Rússia pode cortar laços com a União Europeia

O ministro das Relações Exteriores de Luxemburgo, Jean Asselborn, acusou Moscou de ser agressivo e irreal no caso Navalny. As relações entre a União Europeia e a Rússia estão em grave crise desde a anexação da Crimeia em 2014.

“Infelizmente, parece que ainda não atingimos o ponto mais baixo”, disse Asselborn à rede de notícias alemã. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, nem mesmo quer descartar o corte de relações de seu país com a União Europeia. “É profundo”, diz Asselborn. No entanto, a União Europeia não tolerará violações dos direitos humanos.

Moscou ameaça a União Europeia

Mesmo antes do início das negociações dos ministros da UE, a primeira ameaça de Moscou estava na mesa. O embaixador da Rússia na União Europeia, Vladimir Chizov, alertou os europeus sobre novas sanções contra seu país. Ele disse a Al-Alam: “Se isso acontecer, e se acontecer, estaremos prontos para responder.”

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Ele declarou: “Em qualquer caso, as ações da Rússia serão baseadas em fatos e análises e não em especulações e emoções.” Muitas das decisões da União Europeia até agora foram “incrivelmente ilógicas e politizadas”.

Por causa do ataque a Navalny, que foi então tratado na Alemanha, a União Europeia já havia imposto uma proibição de entrada e propriedade de pessoas suspeitas de serem responsáveis ​​pelas pessoas em torno do presidente Vladimir Putin no ano passado.

A União Europeia também quer decidir sobre sanções contra a Birmânia

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A União Europeia também quer falar sobre sanções contra os líderes do recente golpe militar na Birmânia, nação do sudeste asiático. Segundo a União Europeia, o golpe é rejeitado. Os militares expulsaram a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Suu Kyi, que chefia um governo formado por civis e soldados, no início de fevereiro. Pelo menos dois manifestantes foram mortos em protestos contra o golpe militar no fim de semana, segundo relatos da mídia.

O representante externo da União Europeia, Josep Borrell, voltou a condenar as acções das forças militares e de segurança no sábado e apelou ao fim imediato da violência contra os civis. Segundo o espanhol, a discussão na reunião de chanceleres desta segunda-feira deverá permitir “decisões cabíveis”.

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