Importação importante da China: Brasil espera inovação em vacinas

Com o centro de pesquisas Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio de Janeiro, o Brasil tem a maior fábrica de vacinas da América Latina – mas até agora nenhuma vacina contra o coronavírus foi produzida por lá devido à escassez de medicamentos. E isso apesar de o país ter sido particularmente afetado pela epidemia.

Isso está prestes a mudar: até meados do ano, a Fiucruz quer produzir 110 milhões de boas doses da vacina contra o coronavírus Astrazenec a partir de medicamentos importados e, no segundo semestre, graças às transferências de tecnologia, assim será . Capaz de produzir mais 110 milhões de doses de forma totalmente independente.

Até o momento, apurou-se que mais de 10,5 milhões de pessoas no Brasil contraíram o coronavírus – somente nos Estados Unidos e na Índia os números foram ainda maiores. Recentemente, o país morreu de 250.000 mortes relacionadas ao vírus. Apesar da situação trágica, a campanha de vacinação ali só começou em janeiro e também foi marcada por complicações. Devido à escassez de vacinas, o Rio e outras cidades importantes interromperam recentemente a vacinação. Além disso, o tipo de coronavírus detectado na Amazônia é três vezes mais contagioso do que o patógeno original, segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuelo.

O presidente Jair Bolsonaro minimizou o vírus desde o início, rejeitando restrições à vida pública e medidas de proteção. Enquanto isso, o político populista de direita está cético quanto a se sentir vacinado contra o vírus.

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