Faslal não facilitou: seis casos difíceis no Sporting

A insatisfação com a transação do SAD e os salários ganhos que pretendem proteger são os principais obstáculos às operações.

É um dos principais problemas do SAD liderado por Frederico Varandas neste momento: os jogadores que foram dispensados ​​por Robin Amorim e que treinaram separadamente na Primeira Etapa e agora trabalham para a Equipa B.

Esses atletas estão recusando as muitas oportunidades de emprego que surgiram entre o final do mercado de transferências de verão e os últimos dias. Neste grupo estão Renan, Rastovsky, Bruno Gaspar, Ilori, Lomur e Raphael Camacho, e todos mostraram, segundo O GOGO, a sua indisponibilidade para aceitar ofertas que não protegem de imediato os problemas financeiros associados aos seus actuais contratos com o Sporting.

Entende-se que os atletas envolvidos não pretendem naturalmente perder as regalias, mas a verdade é que mesmo distintivos capazes de oferecer quantias iguais ou semelhantes não podem atrair nomes como Tiago Ilori ou mesmo Rafael Camacho. Em alguns casos, clubes como Feyenoord, Braga Iliore e Rafael Camacho os levaram a rejeições, respectivamente, quando o Sporting os apresentou como perspectivas de fusão de um potencial negócio com Paulinho. Renan, apesar de receber pesquisas e pedidos de empréstimo do Brasil, os ignorou por fatores sociais e financeiros; Ristovsky saiu do clube devido a Robin Amorim; Bruno Gaspar só vai admitir a saída se cumprir o contrato de dois anos e meio que assinou com o clube. Lomor é o menos resistente, depois que Evanildo Fernandez cedeu e foi para Almeria.

Mas todos compartilham, segundo as informações que nosso jornal recolheu, de insatisfeitos com a forma como têm sido tratados por meio da estrutura do futebol verde e branco, que visa encontrar uma solução matemática e financeira para cada um desses casos. Em termos de salários, ascendem a 6,285 milhões de euros por ano.

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