Farinha do mesmo saco (nd corrente)

O clã Bolsonaro está intimamente associado à milícia criminosa do Rio de Janeiro.

Foto: AFP

O chefe de estado de extrema direita do Brasil, Jair Bolsonaro, gostaria de destituir uma comissão parlamentar de inquérito sobre as falhas e erros de seu governo durante a pandemia como uma “festa do gado”. Um defensor da ditadura militar de 1964-1985 e seus torturadores na carne vê algo completamente supérfluo na comissão da verdade criada durante o governo do PT para investigar os crimes daquela época. Bolsonaro considera “Boom” um nome honroso para o senador Renan Caleros, autor do relatório final da comissão, no qual acusou o presidente de uma série de crimes, incluindo crimes contra a humanidade.

Mesmo que um bloco parlamentar o proteja: com o Senado, um órgão constitucional está exigindo que o CEO seja indiciado como criminoso. O charlatão político Bolsonaro ainda está aconselhando seus compatriotas a manter o COVID-19 fora do saco de truques de Trump. Suprimentos adequados foram comprados e, com as vacinas, havia menos vacinas no correio. Segundo o Senado, 65 pessoas de sua comitiva serão chamadas a prestar contas ao Bolsonaro, entre elas seus filhos Flávio, Eduardo e Carlos, que também estão envolvidos na política na esteira de seu velho, atualmente senadores, parlamentares e os cidade. Conselho no Rio. Nas três, a maçã podre não caiu muito longe da árvore – ou, como se costuma dizer no Brasil: é farinha do mesmo saco.

Os jovens ajudam o padre Jayer a governar em Brasília, atuam como palestrantes da rede e mantêm contato com seus amigos nos Estados Unidos e com o “oceano” carioca. A “agência de ódio” do clã, especializada em difamação, é aterrorizante de todos os lados. Mesmo no papel de mártir, Bolsonaro continua perigoso. Seu confronto trará muito sofrimento ao Brasil.

READ  30 melhores avaliações de cueca infantil testado e qualificado

We will be happy to hear your thoughts

Leave a reply

Rede Piauí