EUA e Brasil falam sobre mudanças climáticas e desmatamento

Uma região retirada da floresta amazônica no Brasil. Segundo cálculos da organização ambientalista WWF, 43 milhões de hectares de florestas tropicais foram destruídos nos últimos anos em 24 áreas particularmente afetadas.

O novo comissário do clima dos Estados Unidos, John Kerry, discutiu possibilidades de cooperação no combate às mudanças climáticas e ao desmatamento com o chanceler brasileiro Ernesto Araujo e o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles.

Após a mudança de poder na Casa Branca, o chanceler brasileiro Ernesto Araujo e o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles discutiram com o comissário americano para o clima, John Kerry, formas de cooperar no combate às mudanças climáticas e ao desmatamento.

“Concordamos em aprofundar o diálogo bilateral nas áreas citadas, por meio de reuniões freqüentes para buscar soluções sustentáveis ​​e duradouras para os desafios climáticos comuns”, disse em videoconferência nota do Itamaraty.

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e seu governo deveriam enfrentar ventos contrários do novo presidente dos EUA, Joe Biden, devido ao desmatamento e incêndios na Amazônia brasileira, especialmente na política ambiental e climática. Caso haja mais devastação, Biden anunciou “consequências econômicas significativas” durante a campanha eleitoral nos Estados Unidos.

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