Eduardo Cabretta diz que não é “delegado” anunciando reforma do Fundo de Previdência Social

O Director Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), Manuel Magina da Silva, admitiu este domingo Estão em curso os trabalhos de fusão do PSP com o SEF, acrescentando que já discutiu o assunto com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Souza.

O diretor nacional confirmou em coletiva de imprensa que está trabalhando com o Ministério do Interior Potencial “fusão da PSP e SEF”.

Assim, tanto o PSP quanto o SEF poderiam ser eliminados e haveria uma “polícia nacional”, segundo Magina da Silva.

“Eu não a vejo com olhos ruins” A fusão continuou.

Em declarações à Lusa, Eduardo Cabrita disse que o programa do governo prevê “uma separação orgânica clara entre as funções policiais e administrativas para autorizar e certificar os imigrantes do SEF”.

O Ministro do Interior posteriormente indicou que Prosseguiram os trabalhos “com o envolvimento das forças de segurança para redefinir a prática das funções policiais nestas áreas de gestão de fronteiras e combate às redes de tráfico de pessoas”.


“Este é um assunto no qual o governo está trabalhando e diz respeito diretamente ao primeiro-ministro [António Costa]E os Ministérios da Administração Interna e Externa, da Justiça e da Presidência do Conselho de Ministros. No contexto do envolvimento direto do Primeiro-Ministro e de quatro áreas de governo, iremos em breve explicar, de forma adequada, como cumprir explicitamente o programa de governo.O membro executivo disse.

Como tal, Eduardo Cabrita, W.Esses materiais, “aparentemente, com todo o respeito, não foram tornados públicos pelos policiais”.

Em resposta a uma pergunta se é possível confirmar a possibilidade de estabelecer uma polícia nacional, Com a extinção do PSP e do SEF, à semelhança do modelo espanhol ou francês, o Ministro da Administração Interna respondeu: “Não há confirmação nem liberação.”

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“O que decorre do programa de governo é a separação entre funções policiais e administrativas no SEF, que passa pela redefinição do exercício de competências das várias forças de segurança. Inclui a PSP, a GNR e a Polícia Judiciária.”, Ele disse.

A hipótese de extinção do SEF, transferência de termos de referência para a PSP e GNR, foi reportada nos últimos dias pelo Expresso Weekly e nas notas online do Observer e não teve comentários do governo.

Hoje, o primeiro-ministro Antonio Costa evitou falar sobre o assunto e encaminhou o caso para depois.

R: Depois de amanhã

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