Dia da Conscientização sobre o Estresse: Como gerenciar os medos dos idosos? – Dinos

Falar da Covid-19 é falar de uma realidade muito ameaçadora, capaz de desafiar a normalidade e o bem-estar pré-existentes. As mudanças ocorridas têm um grande impacto no dia a dia de todos. Os idosos, esses, vivenciam tudo isso de uma certa forma.

Vimos um aumento em EstresseAnsiedade, tristeza e angústia em consequência da epidemia que vivemos. Por isso, é importante olhar mais de perto essa realidade. Hoje, 4 de novembro cai Dia da Conscientização sobre o EstresseOutro motivo para pensar em possíveis estratégias a serem adotadas para reduzir o impacto psicológico negativo da epidemia Promova a saúde mental dos idosos.

Medo, ansiedade e estresse

O estresse gerado por essa realidade decorre do fato de ser vista como exigindo demandas que vão além das capacidades e recursos existentes para lidar com a situação e o que isso significa: falta de tratamento, risco de infecção e transmissão de um ente querido, possibilidade de morte e consequências terríveis, perda de um ente querido e luto pelas regras impostas, Sofrimento físico, hospitalização, perda da independência sem cuidados, perda da liberdade imposta, vigilância e descontrole, a imoralidade da rotina estrutural, o isolamento e a solidão, a privação das relações afetivas, o empobrecimento dos momentos de lazer e convívio social, prejuízos financeiros.

Todos os aspectos essenciais da existência humana e seu equilíbrio: Saúde, perda, liberdade, escolha, segurança, pertencimento, afeto, o valor do tempo e da vida.

Apesar do impacto em todos, essas fontes de estresse e medo têm uma dimensão especial em uma população idosa, cheia de recursos e sabedoria e ao mesmo tempo cheia de fragilidades e ansiedades.

Existe uma equação simples que paira na mente de muitos idosos:Diante de tudo isso, o que me torna mais vulnerável a vírus, medo e comprometimento da minha segurança? Quais são os recursos dentro e ao meu redor para responder à situação? Serei capaz de lidar bem com a pandemia? “

Talvez o maior medo de muitos idosos não seja a morte, mas a sensação de solidão e isolamento, ou mesmo a negação de um abraço, ou a prevenção do contato social, como ir a um café ou praça para morar junto, ou aproximar a mão. Seu neto está a caminho da escola.

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A redução do medo e do grau de ameaça que eles sentem depende, acima de tudo, de uma ação coordenada que atenda a todos os elementos dessa equação. Mais do que a situação, o medo e o estresse vêm da forma como o vírus é percebido e sentido, como cada idoso avalia as capacidades e ferramentas que acredita possuir e as ações que adotarão em decorrência disso.

Que estratégias podem ser adotadas?

Para que o resultado da equação seja correto, cabe a todos os que estão próximos, mas também a toda a comunidade, capacitar os idosos nos recursos pessoais e ambientais:

Relatar ativamente e em um futuro próximo é fortalecedor. Ajudar a gerenciar as informações da mídia é um ato de equilíbrio. Proporcionar meios de proteção e segurança significa cuidado. Sinta que o medo na dose correta protege e culpa. Ela não pode dominar. Identifique os adultos mais velhos que correm maior risco de saúde física e mental. Incentivar e fornecer vigilância especializada. Trate a ansiedade e a depressão que podem resultar do medo e da solidão. Esteja especialmente alerta para aqueles com maior risco ou histórico; Ouça, ouça e acesse a maneira única como a epidemia está vivendoE suas prioridades de vida, crenças e até mesmo barreiras e resistência à proteção. Crie equipes para apoio emocional e ajuda prática com visitas, cuidados e resolução. Incentive a manutenção de todas as ações e atividades gratificantes que podem ser preservadas. Normaliza e estrutura. Disponibilizar e ensinar como utilizar os recursos tecnológicos que preferir se conectar com o mundo. Certifique-se de chegar perto de quem está fazendo seguroFamília, equipe médica, bairro ou comunidade religiosa. Reduza o adiamento de consultas, exames e tratamentos para pessoas cuja saúde já esteja em risco. Crie linhas de suporte clínico flexíveis e práticas. Eduque as famílias para atendê-las e se comunicar com elas regularmente, mesmo que por outros meios. Estabelecer momentos e rituais (mesmo em instituições de saúde ou domicílios) para receber mensagens de fora. Mostre que eles são olhados com cuidado e carinho.

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Fonte: www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1619661/dia-da-consciencializacao-do-stress-como-gerir-o-receio-dos-idosos

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