Cidades no Brasil cancelam festas de Réveillon

Várias cidades do Brasil cancelaram suas festas de fim de ano por causa da Omikron. O país proibiu a entrada da África do Sul.

O básico em resumo

  • Em algumas cidades, os brasileiros precisam passar sem grandes celebrações de Ano Novo.
  • Por causa da variante Omikron, os riscos são classificados como muito altos.

Devido à pandemia Corona, mais de seis grandes cidades brasileiras não planejaram ou cancelaram as tradicionais festas de Ano Novo. A informação foi informada pelo portal de notícias G1 nesta segunda-feira (horário local), citando prefeitos de cidades como Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e Florianópolis.

Consequentemente, a possibilidade de que a nova variante Corona Omikron pudesse causar um aumento no número de pessoas infectadas com corona e mortes relacionadas à Covid-19 contribuíram para a decisão. A Organização Mundial de Saúde classificou a variante Corona, que apareceu pela primeira vez na África do Sul, na sexta-feira, como “alarmante”.

O Chile também restringe a entrada

Atualmente está sendo investigado se o passageiro que chegou a São Paulo da África do Sul no sábado e deu positivo era do tipo Omikron. Na sexta-feira, o governo brasileiro decidiu restringir a entrada de voos da região a partir de segunda-feira.

A partir de quarta-feira, estrangeiros que residam na África do Sul, Zimbábue, Namíbia, Botswana, Lesoto, Eswatini e Moçambique e não residam no país sul-americano também serão impedidos de entrar no Chile, adianta carta do Ministério de Estado da Saúde do Chile que apareceu na segunda-feira.

São Paulo e Rio estão comprometidos com a festa de Réveillon agora mesmo

No Brasil, segundo informações oficiais, um total de mais de 22 milhões de pessoas foram infectadas com o coronavírus e mais de 614 mil pacientes morreram em conexão com Covid-19 – há mais mortes apenas nos Estados Unidos. O Brasil tem uma população de cerca de 210 milhões.

Com o avanço da campanha de vacinação, o número de mortes caiu drasticamente e o otimismo aumentou. São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, assistem ou aguardam as comemorações do Réveillon, que atraem visitantes de todo o mundo. As escolas de samba do Rio se preparam para os famosos desfiles do sambódromo. Especialistas alertam que isso pode dar a falsa impressão de que a epidemia acabou.

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