Brasil: NoMoo Foodtech espera crescimento mais rápido dos negócios neste ano

21 de outubro de 2021

© NoMoo

NoMoo Foodtech, uma marca brasileira de caju, espera um crescimento mais rápido para a empresa após um fundo internacional investido em um fabricante de veganos

A atual mudança nos hábitos alimentares tem levado a uma demanda por alimentos mais saudáveis, sustentáveis ​​e menos dependentes da proteína animal. Na última década, mais e mais consumidores voltaram sua atenção para este tópico. A maioria dos consumidores gostaria de seguir uma dieta mais vegetariana se os produtos tivessem o mesmo sabor dos alimentos tradicionais.

De acordo com um relatório de Instituto da Boa Comida BrasilPublicado em 2020, 50% dos brasileiros disseram ter comido menos alimentos de origem animal nos últimos 12 meses. Este número confirma o potencial de produtos proteicos alternativos no mercado nacional. De acordo com o instituto, as vendas desse setor aumentaram 19% em 2019 apenas nos Estados Unidos. Na Europa, uma em cada três pessoas bebeu bebidas de origem vegetal durante este período. Assim, o setor de hortaliças também é um motor de crescimento da indústria brasileira.

Seguindo a tendência mundial, o mercado brasileiro de proteínas vegetais também está em expansão. Alternativas à base de ervas podem ser incluídas na dieta de todas as pessoas que buscam uma dieta balanceada, incluindo todos os tipos de dietas – sem sacrificar o sabor e a qualidade nutricional.

© NoMoo

Com castanha de caju como principal matéria-prima NoMoo Líder no setor de queijos veganos. A empresa tem como objetivo atrair todos os consumidores igualmente, desenvolvendo novas tecnologias que possam produzir produtos “semelhantes ao leite”.

“O NoMoo nasceu da nossa necessidade de consumir produtos de origem vegetal realmente saborosos. Natalia é intolerante à lactose e somos uma forte defensora da redução do consumo de produtos de origem animal. Na época, a gama de produtos fitoterápicos no Brasil era muito escassa . Criamos as primeiras receitas e as testamos com a família e amigos, nem vegano nem é vegano, e para nossa surpresa os produtos foram tão bem recebidos. É por isso que fundamos a NoMoo e começamos a construir uma história de sucesso que nos deixa muito orgulhosos, “diz Marcelo, cofundador da NoMoo.

Fundadores Marcelo Doem e Natalia Pires (© NoMoo)

Invista na NoMoo

O futuro da marca é brilhante. NoMoo quer introduzir o conceito de Slow Food no mercado de proteínas alternativas, atraindo assim a atenção dos investidores. A empresa foi aprovada em uma rodada de investimentos Classe A liderada por DXA Invest, um gestor de capital privado com mais de 1 bilhão de ativos sob gestão real brasileiro Ela tem um histórico de investimentos em empresas de sucesso, como Zee.Dog e Greenpeople. A turnê também foi de VC. Alavanca, um fundo de capital de risco dos EUA com foco no mercado de alimentos à base de vegetais, incluindo Beyond Meat e Impossible Food. A marca também recebeu apoio financeiro de Bernardinho, empresário brasileiro, técnico de vôlei e ex-jogador.

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“Estamos muito entusiasmados em investir na NoMoo e em ter a oportunidade de apoiar grandes empreendedores como Marcelo e Natalia. Acreditamos que a marca é a única empresa em seu segmento que tem potencial para cair na mesa de todos os brasileiros e por que não estar no mesas em diferentes países ao redor do mundo ”, afirma Oscar Dicotelli, CEO da DXA Invest.

A NoMoo possui atualmente 11 SKUs (produtos) em seu portfólio, incluindo cinco tipos de queijos – Mozzarella, Provolone, Prato Brasileiro, Chèvre e Parmesão. Soma-se a isso a manteiga (NoButter), a maionese (NoMayo), além do queijo de pasta mole “Requijao Brasileiro” com sabores tradicionais e queijo cheddar, o cream cheese e os recém-introduzidos cajus frescos.

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